
“Ressuscita-me!
Quero viver até o fim o que me cabe!
Para que o amor não seja mais escravo
de casamentos,
concupiscência,
salários.
Para que, maldizendo os leitos,
saltando dos coxins,
o amor se vá pelo universo inteiro”
Bertolt Bracht
Lugar de pedras, paus, polvora, noites e poemas... Espaço dos loucos mais delirantes, cavaleiros andantes, seres Quixotescamente errantes, que quando "envoltos em tempestades e decepados entre os dentes seguram a primavera, que não vacilam mesmo derrotados e já perdidos nunca desesperam e no centro da própria engrenagem inventam a contra-mola que resiste", aos que vivem intensamente sua existencia no mundo e que portanto sentem-se Deus, ou seja, "Um colosalmente velho vagabundo"...
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